Melhor presente não poderiam ter às atletas e "coachs" do Ferroviário de Maputo pela conquista, terça-feira, da Liga Sasol de Basquetebol sénior feminino. É que, com o modo festivo ainda activo e alegria a correr nas veias, o presidente do Conselho de Administração da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), engenheiro Agostinho Francisco Langa Júnior, anunciou uma boa nova: Ferroviário de Maputo vai participar da edição de estreia da Liga Africana de Basquetebol.O convite enderaçado pela FIBA-África para que o campeão nacional de basquetebol sénior feminino, na sua versão 2023, possa englobar o número de 12 equipas que vão marcar presenca no Cairo, Egipto, abriu espaço para que os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) criassem as condições para o Ferroviário de Maputo ir discutir o título num certame em que já foi campeão em 2018, em Maputo, e 2019, precisamente no Cairo, Egipto.
Tinha, na pior das hipóteses, dez jogos (três na fase regular, igual número nos "play-offs" das meias-finais e final, em caso de decisão à negra) para bater o seu próprio registo de 23 tiros exteriores assertivos estabelecidos ao passado, mas nem precisou de lá chegar para sair coroada melhor triplista da Liga Sasol.
Estóica, combativa e voluntária, Odélia Eusébio Mafanela (Mafa) voltou a mostrar serviços de qualidade na zona pintada, ajudando, sobremaneira, o Ferroviário de Maputo a recuperar a sua hegemonia no basquetebol feminino moçambicano. A forma como se entregou toda ela ao jogo foi notável.
Tem talento quanto sobre. Esta terça-feira, quando já havia batido a noite depois da bola ao ar (no jogo 2 da final do "play-off" da final) ter sido feita ainda no período da tarde, foi consagrada MVP da Liga Sasol.
Três anos depois, o Ferroviário de Maputo conquistou o título de campeão nacional de basquetebol sénior feminino. A vitória, esta terça-feira, diante do Costa do Sol, por, no jogo 2 do "play-off" da final da Liga Sasol ditou à conquista da competição.
Participe de todos os jogos e torne-se um verdadeiro adepto.